Não conseguir fazer o que se quer
sequer o que se consegue fazer
na luta diária, diário de lutas
um dia essa fúria acalmar-se-á
De tudo o que lutei, restará o luto
do bruto saíra o diamante, da pepita,
o ouro, do agora em diante brilhará
A angústia, o medo, o tédio, o fruto
disso tudo, fala e não diz tudo
destoa de tudo o que se costuma falar
Em vez do distúrbio, alguém disse
Não se turbe e não se esqueça
que a esperança não vem de você
e sim de alguém que a costuma semear
...
Saudações, Hélvio. Gostei muito deste poema e do terceto que postou também. Um abraço.
Trabalhado e rápido ao mesmo
Trabalhado e rápido ao mesmo tempo, eu gostei. Continue semeando. Abraço. Danita.